quarta-feira, 14 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Uma forma de protesto, de grito e aproximação. É aqui nessa casa cheia de acordes, acordos e desassossego que a incompreensão, os desejos [e seus desejados], os mergulhos e tudo quanto há de incerteza, melancolia, descompasso e obscuridade se remediam, colapsam e viram música.
Movimenta e bole com o tempo.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Feriado
Produção autoral composta em um dia de graciosa solidão atemporal. É preciso um inicio, e aí está!
http://soundcloud.com/felipe-ferro/feriado
http://soundcloud.com/felipe-ferro/feriado
Inferno astral
Hoje vi um homem!
Hoje vi um homem transmutado em ancião tibetano, guia indiano, astuto chinês.
Vi um homem sentado em sabedoria de índio. Vi um louco!
Ouvi todas as frequências de suas palavras. Ouvi o sábio.
Vi um homem e me vi.
Hoje vi um homem transmutado em ancião tibetano, guia indiano, astuto chinês.
Vi um homem sentado em sabedoria de índio. Vi um louco!
Ouvi todas as frequências de suas palavras. Ouvi o sábio.
Vi um homem e me vi.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Aos que ouvem
Não tenho palavras ao que pode ser dito,
e por não dizer o que penso sobre a palavra que poderia ser desfiada,
guardo na imaginação o dizer.
A palavra se move em meus sentidos lavrando sonhos deixados,
empilhados numa prateleira empoeirada.
Ela é madeira, árvore que envelhece e, eles, os livros-sonho,
apesar de toda traça, resto, não envelhecem.
O poeta re-canta: "Os sonhos não envelhecem"!
Tudo pode ser palavra e vida!
e por não dizer o que penso sobre a palavra que poderia ser desfiada,
guardo na imaginação o dizer.
A palavra se move em meus sentidos lavrando sonhos deixados,
empilhados numa prateleira empoeirada.
Ela é madeira, árvore que envelhece e, eles, os livros-sonho,
apesar de toda traça, resto, não envelhecem.
O poeta re-canta: "Os sonhos não envelhecem"!
Tudo pode ser palavra e vida!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Trecho
Em caminho inusitado os encontrei!
Bem ali, tão perto e tão longe, lá estão vocês.
Amizade entrelaçada de copos líquidos,
caroços amarelos,
músicas amadeiradas.
Pé com pé, peito aberto, mãos dadas celebram a amizade.
Não percorri esta estrada, ela é que nos atravessou.
Saudade desta rapaziada que canta ao vento!
Felipe Ferro
Bem ali, tão perto e tão longe, lá estão vocês.
Amizade entrelaçada de copos líquidos,
caroços amarelos,
músicas amadeiradas.
Pé com pé, peito aberto, mãos dadas celebram a amizade.
Não percorri esta estrada, ela é que nos atravessou.
Saudade desta rapaziada que canta ao vento!
Felipe Ferro
domingo, 9 de agosto de 2009
GO-020
GO-020 - Domingo 02/08/2009 - 20:32 h (Goiânia-Goiás)
"Veias abertas onde flui luz
Para onde vão? Chegam?
Ecos monótonos de bichos-máquina!
Escuridão, escuridão, luz, luz, luz, som, sooom, soooooom, escuridão, soooom, sooom, som, son, so, escuridão!
Apesar dos gritos, grunhidos, orações ao vento, a monotonia paira..para onde vamos afinal?"
Felipe Ferro
"Veias abertas onde flui luz
Para onde vão? Chegam?
Ecos monótonos de bichos-máquina!
Escuridão, escuridão, luz, luz, luz, som, sooom, soooooom, escuridão, soooom, sooom, som, son, so, escuridão!
Apesar dos gritos, grunhidos, orações ao vento, a monotonia paira..para onde vamos afinal?"
Felipe Ferro
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