terça-feira, 1 de dezembro de 2015

das derivas
dos colapsos e retiros

sei que não há uma verdade

sei que o limite entre tudo é pouco

é certo que quero nisso
o tudo
que vem para amar
para equilibrar
para sentir
com toda força

são perdições
são só
só não ando sabendo como escolher
por amor
por verdade
por olhar

são colapsos
que não posso
dize-los
em uma só linha
coerente

aparentemente
nada disso é verdade
mesmo que virtual
e num contexto
tolo

é sucumbir
ao esquema
da força de ser
visto
enquanto cai

sendo canalha
e fogo de palha
também

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

epifanias fascistas
pretendem ser libertas,
escondem-se em discursos bondosos,
revolucionários.
cuidado.

abre o ouvido,
amigo re-produto
que não há mecanismo instantâneo
para tanta dor
eterna.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Uma audição com consequências.Vá lá e experimenta!Link
"Escolhas minhas, consequências tuas,
Escolhas mínimas, consequências nossas,
Escolhas tuas com sequências brutas.

Boca tua, fossa minha
Fosse bossa, cosa nostra."
...acostumada com costumes consumiu minha cabeça...

domingo, 11 de setembro de 2011

Ando marcando.
Uma forma de protesto, de grito e aproximação. É aqui nessa casa cheia de acordes, acordos e desassossego que a incompreensão, os desejos [e seus desejados], os mergulhos e tudo quanto há de incerteza, melancolia, descompasso e obscuridade se remediam, colapsam e viram música.
Movimenta e bole com o tempo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Feriado

Produção autoral composta em um dia de graciosa solidão atemporal. É preciso um inicio, e aí está!

http://soundcloud.com/felipe-ferro/feriado

Inferno astral

Hoje vi um homem!
Hoje vi um homem transmutado em ancião tibetano, guia indiano, astuto chinês.
Vi um homem sentado em sabedoria de índio. Vi um louco!
Ouvi todas as frequências de suas palavras. Ouvi o sábio.

Vi um homem e me vi.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

.

Frequência não é meu nome...Voltas não dou!
O que te toca?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Aos que ouvem

Não tenho palavras ao que pode ser dito,
e por não dizer o que penso sobre a palavra que poderia ser desfiada,
guardo na imaginação o dizer.

A palavra se move em meus sentidos lavrando sonhos deixados,
empilhados numa prateleira empoeirada.
Ela é madeira, árvore que envelhece e, eles, os livros-sonho,
apesar de toda traça, resto, não envelhecem.
O poeta re-canta: "Os sonhos não envelhecem"!

Tudo pode ser palavra e vida!